Pensamento da semana

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Explicando o jargão matemático



Quem já leu um ou dois livros de matemática (especialmente esses de matemática de nível universitário) já deve ter notado que os autores gostam de usar certas expressões com freqüência. São expressões que todo matemático usa e abusa sem moderação e que de tão usadas já integraram ao vocabulário particular dessas criaturas.
Pois bem, estava dando uma olhada no livro “Teoria dos Números Um passeio com Primos e outros Números Familiares pelo Mundo Inteiro” e de repente os autores tentam explicar algumas dessas expressões. Tomei a liberdade de descaradamente reproduzir o que li. Espero que não reclamem os direitos autorais.

Veja então como ficou a coisa:

Claramente: Nós não estamos com vontade de escrever todos os passos intermediários.
Lembre: Nós não deveríamos ter que dizer isso, mas...
Sem perda de generalidade: Nós não faremos todos os casos, então vamos fazer só um e deixar você adivinhar o resto.
Verifique: Esta é a parte chata da prova, então você pode fazê-la na privacidade do seu lar, quando ninguém estiver olhando.
Esboço de prova: Estamos com muita preguiça de fazer os detalhes, então só listamos alguns passos que fazem parte do argumento.
Dica: A maneira mais difícil dentre as várias maneiras de se resolver um problema.
Analogamente: Pelo menos uma linha da prova acima é igual à prova deste caso.
Por um teorema anterior: Nós não lembramos de como era o enunciado (na verdade, não temos certeza se provamos isto ou não), mas se o enunciado está correto, o resto da prova segue.
Prova omitida: Acredite, é verdade.


Comentário final: o pior é que é tudo verdade, hehehe.


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